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Brasília, 08/03/2016 – Elas ainda não são a maioria dos participantes da Funpresp, porém cada vez mais as mulheres se conscientizam da necessidade de manter uma poupança previdenciária. Embora o total de participantes homens ainda seja maior, a taxa de adesão (total de servidores x número de ingressos na Fundação) ao plano de benefícios ExecPrev entre as servidoras superou a taxa de adesão deles. Contempladas com um aporte extraordinário na hora da aposentadoria, elas apostam na proteção para o futuro. De acordo com dados da Gerência de Arrecadação e Cadastro, 47,3% das mulheres que ingressaram no serviço público do Executivo Federal a partir de 04/02/2013, e recebem acima do teto do INSS, (chamadas participantes Ativo Normal) aderiram à Funpresp. No caso dos homens, a taxa de adesão é de 46,5%. As 7.501 participantes que hoje integram a lista de ativo normal do ExecPrev asseguram uma aposentadoria mais tranquila, já que a previdência social ao fim da carreira fica limitada ao teto do INSS, hoje de R$ 5.189,82. A maioria delas é da área da Educação (58,9%) e tem entre 25 e 34 anos. A faixa salarial que domina é a que fica entre R$ 8 mi e R$ 9 mil. E a maior parte das servidoras atua no Distrito Federal, seguido do Rio de Janeiro e Minas Gerais – clique aqui para conferir o perfil das participantes.


Perfil das mulheres na Funpresp-ExeCreate your own infographics

Aporte extraordinário – Além dos benefícios comuns a todos os participantes ativos normais – como a paridade do órgão e o benefício fiscal –, as mulheres ainda têm direito a um aporte extraordinário na aposentadoria. Ao completarem o período de trabalho no serviço público (30 anos), elas recebem um subsídio de 16,67% em cima da reserva acumulada. Se, por exemplo, uma participante acumulou R$ 300 mil na previdência complementar ao longo da vida trabalhista (somados a contribuição e paridade do órgão), na hora da aposentadoria, ela vai receber um aporte de R$ 50 mil. Desistindo do plano, a servidora perde duas vezes. Neste caso, ela abriria mão da paridade do órgão – no exemplo citado, seria o equivalente a R$ 150 mil. E também porque ficaria sem o aporte de 16,67% – os R$ 50 mil. Razão – O aporte de 16,67% na hora da aposentadoria da mulher tem duas razões: o tempo de contribuição e a expectativa de vida. As mulheres, conforme a legislação brasileira, se aposentam com 30 anos de contribuição, cinco a menos do que os homens. Com isso, elas arrecadam menos, já que o ExecPrev funciona como uma poupança. No final, a quantia disponível na previdência complementar é menor do que a do homem que contribui por 35 anos. Além disso, a expectativa de vida da mulher é maior. Elas vivem, em média, sete anos a mais do que eles, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa sete anos a mais de aposentadoria. Somando os dois fatos, conclui-se que as mulheres têm 12 anos a mais do que os homens como aposentadas. Sendo assim, elas necessitam uma proteção maior na aposentadoria. O aporte extra oferecido pela Funpresp tem o objetivo de igualar as condições entre os dois gêneros. Os recursos são oriundos do Fundo Coletivo de Benefícios Extraordinários (FCBE), que também financia a longevidade, a aposentadoria por invalidez e a pensão por morte.

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