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Aprender a usar o cartão de crédito com inteligência é a melhor saída para desafogar as contas 

O cartão de crédito faz parte da vida dos brasileiros e, muitas vezes, é utilizado como complemento da renda mensal. Uma pesquisa do Serasa (veja aqui) revela que a maior parte dos consumidores de cartão de crédito possui cinco ou mais cartões.  

No entanto, o que poderia ser um aliado na hora do aperto, tem se tornado uma dor de cabeça na vida dos brasileiros. A pesquisa Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro do Serasa, de 2022 (acesse aqui), mostra que o cartão de crédito é a principal dívida entre os inadimplentes no Brasil. 

Em paralelo, a pesquisa mostra que 59% dos endividados desconhecem os valores das tarifas e juros que são cobrados em caso de atraso no pagamento. Este fato é preocupante, uma vez que, de acordo com dados do Banco Central, a taxa média de juros no rotativo do cartão de crédito ultrapassa os 445% ao ano. Nesse contexto, foi sancionada a Lei nº 14.690/2023 (acesse aqui), que, entre outras medidas para conter o alto número de brasileiros endividados, limita os juros cobrados nessa operação em 100% do valor da dívida.  

Para o professor de Finanças da Universidade Federal de Campina Grande (PB) Kliver Lamarthine, quanto mais estímulos oferecidos para o uso do cartão de crédito, mais é preciso repensar a relação do brasileiro com o dinheiro e os meios de pagamento. “A falta de planejamento do orçamento familiar e da própria educação financeira levam ao pagamento do mínimo do cartão de crédito”, afirma.  

Kliver Lamarthine alerta para a facilidade que os servidores têm de acesso a crédito e como isso pode favorecer o endividamento

O professor orienta: quem já está com o cartão de crédito estourado e com pouca – ou nenhuma – margem nas finanças, deve refletir sobre o que pode ser cortado. “Eu recomendo que você priorize seus gastos, faça uma lista do que é prioritário, como as contas básicas de casa, e o que você pode se dar de lazer. Se seus gastos supérfluos estão superiores aos seus gastos essenciais, você tem quem repensar o seu consumo”.  

“Estabilidade de emprego não é estabilidade financeira” 

Kliver Lamarthine observa que, na sua realidade de servidor público, encontra muitos colegas que estão em situação de endividamento, principalmente pela facilidade de acesso ao crédito. “Não é porque eu tenho limite que vou me endividar mais. Pelo contrário, se você for um bom pagador terá mais crédito para realizar seus sonhos e desejos”, diz Kliver.  

O professor também ressalta que o servidor público tem que ter mais consciência sobre o próprio orçamento. “Nós temos uma previsão de receita, que é o nosso salário, assim como temos informações de que não teremos reajuste salarial recorrente. Por isso, é preciso priorizar os gastos para saber o que pode ser eliminado na hora que o dinheiro faltar”, destaca o professor.  

Quando trocar de dívida pode ser uma boa ideia? 

Para Kliver Lamarthine, pegar um empréstimo para quitar as dívidas se torna uma escolha inteligente quando o endividado consegue reduzir juros ou ganhar prazo.  

O professor, que é participante da Funpresp, considera que o empréstimo oferecido pela Fundação pode ser uma boa opção para sair do sufoco. “Trazer a dívida para a Funpresp, que tem uma boa política de taxa de juros, é uma saída para você ter uma folga no financeiro e não cair nos juros do crédito rotativo”. 

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